Por muito tempo o Jardim Social foi objeto de desejo dos curitibanos mais abonados, que queriam residir em um bairro chique e exclusivo, destinado apenas às altas classes. Quando foi lançado como loteamento de luxo no início dos anos 70, o Jardim Social ocupava posição privilegiada no ranking das regiões mais sofisticadas de Curitiba.
Com o passar dos anos, o bairro foi crescendo se diversificando, ganhando pontos comerciais variados ao longo da Avenida Nossa Senhora da Luz e incorporando novos moradores. O Jardim Social continua privilegiado – inclusive devido à localização – e valorizado, mantém as mansões construídas nos anos 70 e 80, mas ganhou um perfil mais variado.
O bairro está na parte alta da cidade, na região Leste, e faz divisa com o Centro, Cristo Rei, Tarumã, Bacacheri, Cabral, Juvevê e Alto da Glória. Do mirante situado ao lado da Caixa D’Água da cidade, tem-se uma visão privilegiada de Curitiba.
Antigamente, a área que o Jardim Social ocupa era chamada Altos do Itupava, ou Colônia Argelina. Parte dos terrenos estava nas mãos de foreiros, que pagavam um tipo de imposto proprietários rurais. Mais tarde o bairro era chamado de “Morro do Querosene”.
Os primeiros loteamentos da região foram registrados na prefeitura em meados da década de 20 do século passado.
Inaugurado no início da década de 90, o Bosque de Portugal é uma das atrações do Jardim Social. Funciona como área de lazer, com 21 mil metros quadrados, e memorial da língua portuguesa, em homenagem aos primeiros colonizadores.
O Bosque possui alameda com piso de pedras, que atravessa um trecho de mata nativa, onde versos de poetas da língua portuguesa são estampados em azulejos portugueses.
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