O nome do bairro vem do antigo hipódromo da cidade, que existia no local onde hoje está instalada a Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUC-PR). O local de corrida de cavalos era chamado também de “Prado”. E com a construção do hipódromo do Tarumã, em 1955, o antigo hipódromo passou a ser designado, pela própria população, de “Prado Velho”.
O bairro é pequeno em área - tem 2,43 km2 e pouco mais de 7 mil moradores – e fica a 3,5 km de distância até o Marco Zero, na praça Tiradentes.
Os edifícios do campus da PUC-PR são o principal conjunto arquitetônico do Prado Velho, que está na região centro-leste da cidade e faz divisa com Rebouças, Jardim Botânico, Guabirotuba e Parolin.
O bairro também tem como característica o acesso fácil a importantes saídas da cidade: a Avenida Comendador Franco, conhecida como Avenida das Torres, que leva para São José dos Pinhais e para a BR-376, que segue para Santa Catarina; a rodovia que vai para o litoral do Paraná, e a rodovia BR-116, para Porto Alegre e São Paulo.
Embora tenha sofrido nas últimas décadas uma estagnação imobiliária, sem lançamentos importantes para os setores residenciais e comerciais, o Prado Velho deverá ser beneficiado e ganhar novo impulso com as obras de urbanização e melhorias que a Prefeitura faz no trecho urbano da BR-116, que passará a se chamar Linha Verde e terá inclusive novas linhas de ônibus. Com isso, a tendência é que os imóveis da região se valorizem a partir da implantação das melhorias.
O Prado Velho reúne construções residenciais antigas e pontos de comércio e serviço, espalhados de forma irregular. Em torno da PUC-PR há grande oferta de lanchonetes, restaurantes. Outros locais de vendas e serviços atendem às necessidades dos estudantes. Pequenas indústrias também ocupam imóveis da região.
As vantagens do bairro são o acesso fácil ao Centro, a saída para as praias e para São José dos Pinhais – hoje, um importante pólo de indústrias e negócios da Região Metropolitana – e os preços baixos dos imóveis. Um ponto negativo é a vizinhança com a Vila das Torres, uma das mais antigas invasões da cidade, à margem do Rio Belém, que ao longo dos anos se transformou em uma grande favela urbanizada.
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